quinta-feira, 30 de julho de 2009

A Crise, o pior já passou?

Para quem gosta de história e economia, o texto abaixo compara a crise de 1929 com a crise atual.

O quadro que estava mais nebuloso esta mais claro agora. E melhor também, no sentindo de que o quadro mais sombrio que havia na virada do ano, não existe tão sobriamente. Temos que ficar em alerta/cauteloso porque é uma crise grave e especial, não é uma simples crise que nós estamos passando, “nós” no sentido de mundo, e por não ser uma crise qualquer sempre há a possibilidade de recaida, não é uma gripe qualquer, ela é grave e pode voltar, digamos assim.

Um exemplo é a crise de 1929, fazendo uma analogia, onde teve três recaídas, ou seja, melhorou, voltou, melhorou. No início do século XX, os Estados Unidos viviam o seu período de prosperidade e de pleno desenvolvimento, até que a partir de 1925, apesar de toda a euforia, a economia norte-americana começou a passar por sérias dificuldades. Podemos identificar dois motivos que acarretaram a crise de 1929:

- O aumento da produção não acompanhou o aumento dos salários. Além de a mecanização ter gerado muito desemprego.

- A recuperação dos países europeus, logo após a 1ª Guerra Mundial. Esses eram potenciais compradores dos Estados Unidos, porém reduziram isso drasticamente devido à recuperação de suas econômicas.

Diante da contínua produção, gerada pela euforia norte-americana, e a falta de consumidores, houve uma crise de superprodução. Os agricultores, para armazenar os cereais, pegavam empréstimos, e logo após, perdiam suas terras. As indústrias foram forçadas a diminuir a sua produção e demitir funcionários, agravando mais ainda a crise.

A crise naturalmente chegou ao mercado de ações. Os preços dos papéis na Bolsa de Nova York, um dos maiores centros capitalistas da época, despencaram, ocasionando o crash (quebra). Com isso, milhares de bancos, indústrias e empresas rurais foram à falência e pelo menos 12 milhões de norte-americanos perderam o emprego.

Abalados pela crise, os Estados Unidos reduziram a compra de produtos estrangeiros e suspenderam os empréstimos a outros países, ocasionando uma crise mundial. Um exemplo disso é o Brasil, que tinha os Estados Unidos como principal comprador de café. Com a crise, o preço do café despencou e houve uma superprodução, gerando milhares de desempregados no Brasil.

Para solucionar a crise, o eleito presidente Franklin Roosevelt, propôs mudar a política de intervenção americana. Se antes, o Estado não interferia na economia, deixando tudo agir conforme o mercado, agora passaria a intervir fortemente. O resultado disso foi a criação de grandes obras de infra-estrutura, salário desemprego e assistência aos trabalhadores, concessão de empréstimos, etc. Com isso, os Estados Unidos conseguiram retomar seu crescimento econômico, de forma gradual, tentando esquecer a crise que abalou o mundo.

Tomamos essa crise como exemplo, ela é que nos dá expectativa e esperança; conhecemos a natureza e sabemos que ela foi grave, a sua intensidade não foi tanto, e a duração também foi pouco, assim, comparando com a crise de hoje, esperamos com otimismo que essa crise seja como a outra, passageira e à curto prazo.

O que falta para os americanos aprenderem, já tiveram uma lição de casa. Foram salvos graças à intervenção do governo e com a ajuda de economista que na época contribuíram significantemente com medidas para acabar com a crise. Os americanos como gananciosos, gerou/ocasionou essa crise novamente. Agora vão ter que conter a euforia consumista, eu acredito que dificilmente o consumo exagerado dos americanos volte a ser como era antes, isso pode demorar até décadas.

Será que Barack Obama conseguirá criar medidas governamentais satisfatória, como as do antigo presidente, Franklin Roosevelt?, é o que o Brasil e o mundo aguardam. O mundo depende dos Estados Unidos. Sendo o único país com potencial e capaz de levar a economia. Pois então, rezemos com otimismo para o levantamento da econômica americana. Esperando números positivos.

Temos a idéia de que o sistema capitalista é pelo menos ou por enquanto, o nosso único e melhor sistema para viver, enquanto não vier outra ideologia, vamos continuar “tocando” esse barco, tomando cuidado com os icebergs e com as ondas. (inflação, crise). Há de se levar em conta, que antigamente era muitíssimo pior, melhoramos bastante, e caminhamos para chegar o momento onde essas externalidade acabem, muito difícil, praticamente uma utopia.

Costumamos com esse sistema de vida, onde consumir é uma das melhores coisas, envolvendo o nosso social, o psicológico e a auto-estima, por mais desapegado por bens materiais que sejamos, necessitamos deles para sobreviver e adoramos coisas novas. Nem adianta tentar voltar como era antes – “comer aquilo que plantar e dividir as terras para todos”. Se voltarmos, muitos morreram de fome por não saber mais plantar, afinal, nos tornamos dependente da tecnologia.

A igualdade de propriedade gera muitas mortes também, pois, não há a preocupação de investimento nas terras, sendo que, a que eu tenho é a mesma do vizinho, ou seja, não existe progresso e desenvolvimento com a divisão de propriedade. Extingue a concorrência de busca de melhoria e aperfeiçoamento. Não gera o ciclo econômico e conseqüentemente a não evolução-humana.

Assim é a vida, ou melhor, o sistema capitalista, um ciclo, temos que girar junto a ele, mesmo não querendo ele nos obriga o rodar.

J.Pawek

A crise mundial é culpa dos Estados Unidos, segundo o ex-presidente Clinton

O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton reconheceu que a responsabilidade pela crise econômica internacional é do governo norte-americano.

"É verdade, a culpa da crise é norte-americana", assumiu o ex-presidente durante seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Clinton também disse que a equipe econômica do atual presidente Barack Obama é "excelente".

O ex-governante dos Estados Unidos disse confiar que a crise será superada. "Quem sabe em um ano, ou em quinze meses", estimou. Mas Clinton reconheceu que para sair da atual situação o governo de Obama precisará de ajuda, pois "a última administração duplicou a dívida".

O ex-presidente esclareceu que é preciso que comprem os bônus do Tesouro norte-americano, para incentivar a recuperação econômica. "Não é como os japoneses, que se autofinanciaram nos anos 90, ou como nos anos 30, quando o programa de Roosevelt se financiou com a poupança dos norte-americanos debaixo do colchão", explicou.

Clinton acredita que o mundo não poderá sair da crise sem a ajuda da China e de outros países que "dependem dos exportadores, que têm liquidez".

"Devem ajudar-nos se pensam que o plano de Obama é bom e que nos possa permitir comprar novamente seus produtos", afirmou em seu discurso.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

terça-feira, 28 de julho de 2009

555 KUBIK | facade projection | from urbanscreen on Vimeo.

A criação deste projeto consiste em aproveitar a construção atual sem precisar de reformular sua arquitetura - a concepção teórica e o tipo de visual da Hamburg Kunsthall. A ideia básica da narração foi para dissolver e romper a rigorosa arquitetura de OM Ungers. A sólida fachada mostra agora diferentes interpretações de construções, a geometria e a estética expressada através de gráficos e movimentos. Uma visão de várias contruções por meio do próprio edifício.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Notebook de papel

Noteboek from Evelien Lohbeck on Vimeo.

Falando em criatividade, mais um vídeo cool

Consumidores modernos

O mais engraçado é que a própria Coca-cola incentiva seus clientes a consumirem produtos saudáveis, todos nós sabemos que essa bebida mundialmente conhecida não faz bem para a saúde, mesmo com seus avisos nos comerciais dizendo "tenha uma vida mais saudável'', seus comerciais são tão surpreendente que deixamos de ver esses detalhes, porém, esta lá com letras até visiveis. Realmente eu também demorei para notar esses avisos, além disso, deixar de toma-la é dificil.

As cores, a criatividade, as figuras inovadoras não nos deixa ler esses recados de tão magnífica que são suas propaganda, não sou contra a Coca-cola, ao contrário, admiro muito essa Big Master Organização, além de ter uma equipe fantástica de marketing, tem uma visão holística surpreendente, ou seja, tem uma relação dialética entre os fenômenos e sua essência, entre o particular e o universal, entre a base material e a consciência, entre a imaginação e a razão. Sempre atenta nas novidades e com foco nos novos consumidores - a conhecida ''geração saúde''. O consumo de refrigerante ainda continua positivo, porém, já estimasse uma queda futuramente, o motivo, a revira volta no modo de pensar e agir dos clientes, estamos mais globalizados, com mais consciência e com vontade de viver mais com mais saúde. E pensando no bem estar e na qualidade de vida deixamos de consumir produtos que pode gerar algum tipo de doença futuras, por esse motivo as vendas de refrigerantes tende a cair lentamente.

Médicos acreditam que bebidas de cola devem estar na lista de drogas e substâncias que podem causar doenças. Bem como a indústria de refrigerantes deve promover o uso moderado de seus produtos e incentivar a prática de atividades físicas

O médico Dr. Moses Elisaf do Departamento de Medicina Interna da Universidade de Ioannina, Grécia, afirma que estamos consumindo muito mais refrigerantes do que antigamente. Isso acarreta uma série de problemas como desmineralização dos dentes, síndrome do desenvolvimento metabólico, diabetes e problemas dentários.

Há evidências de que o consumo excessivo de cola pode levar a hipocaliémia, uma doença onde o nível de potássio cai, causando um efeito adverso nas funções vitais dos músculos (talvez seja por esse motivo, que assim que começam a frequentar academia, a primeira coisa a elimiar é o consumo de refrigerante). Os sintomas podem variar de fraqueza a paralisia profunda. Os casos de estudos eram pessoas que consumiam de dois a nove litros de cola por dia. Os ingredientes presentes no refrigerante que causam a doença são: glicose, frutose e cafeína.

Em 2007 o consumo anual de refrigerantes ao redor do mundo alcançou o nível de 552 bilhões de litros, o equivalente a mais de 80 litros por pessoa por ano. E isso ainda tem projeção para aumentar para 95 litros por pessoa por ano até 2012. Porém se olharmos para os Estados Unidos, o consumo já atingiu a 212 litros por pessoa. Só no Brasil em 2008 foram vendidas 1 bilhão de caixas de Coca-cola. Um dado péssimo para a saúde, mas ótimo para a arrecadação de ICMS para o país, a bebida é uma das setoriais que mais arrecada ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços). O grupo Ambev, por exemplo, é líder de arrecadação de ICMS na setorial bebidas no Brasil.

Hoje temos mais opções de produtos saudáveis, com ótima qualidade e com preços acessíveis, pensando nisso, claro a Coca-cola entra nesse segmento de sucos, comprando empresas como a Matte Leão, empresa com mais de 60 produtos no portfólio. A compra da mexicana Sucos Del Valle por aproximadamente US$ 380 milhões, não é novidade isso, deem uma olhada nos produtos que pegam no mercado e olhem se tem escrito The Coca-cola company, eu sinceramente já perdir as contas de quantas marcas eles possuem, são muitas, e são conhecidíssimas. Praticamente um oligopólio, querendo se transformar em um monopólio.

"Da água ao vinho, do vinho a água";"Do suco ao refrigerante, do refrigerante ao suco" voltando ao início.

Vendo essa mudança do refrigerante para o suco, percebeu que muitos clientes gostam da coca-cola, porém, achavam que além de fazer mal tem muito gás, logo criaram uma bebida com gosto de limão com uma pequena quantidade de gás, uma embalagem totalmente ambiental, de cor verde, comerciais mostrando montanhas, arco-iris, pessoas tomando e se sentindo mais saudavél, quem é? fácil, a H2OH, criada pela Pepsi com o foco nos clientes modernos, pessoas pensam que esse produto não é refrigerante, ao contrário, é sim, porém é um refrigerante de baixa caloria levemente gaseificado, o mercado diz água porque as pessoas estão com uma tendência de querer tudo natural.

Os grandes investimentos dessas empresas em produtos naturais contribui para as transformações nos hábitos alimentares, ajudando a aumentar a expectativa de vida, logo, diminuindo com as doenças e incentivando seus consumidores a terem uma vida mais saudável.

Autor: J.Pawek

domingo, 26 de julho de 2009

Inovação e muita Criatividade

Coca cola mais uma vez arrebenta em seu novo comercial, a utilização da imaginação esta magnifica, os efeitos especiais ótimos, não posso deixar passar, vale a pena conferir esse grande trabalho.


Coisas diferentes que encontro na internet

Diferente e inusitadas, com uma criatividade enorme, logo abaixo, algumas fotos interessantes de uma fotógrafa americana, nascida em 1975, que vive e trabalha na cidade do México.
Esta série de fotografias é de um trabalho chamado Drop Dead Gorgeous e que retrata belas mulheres que morrem devido às obsessões alimentares.


O Bigode na moda, para quem não tem, vai a dica